O lançamento do novo disco foi um sucesso! Leia trechos de reportagens publicadas em jornais de várias regiões do país.
Abaixo, fragmento de matéria publicada no jornal Estado de Minas, assinada pelo jornalista e crítico de música Ailton Maglioli. Elba fala sobre a influência de Luiz Gonzaga, a quem chama de Lua, na obra nordestina:
“‘Colocar Lua como ponto de partida e tentar mensurar a questão da evolução desses gêneros é delicado, porque Luiz Gonzaga é o máximo. Mas eu diria que ele é tão bom e tão grande que as sementes plantadas por ele deram árvores frondosas’.
A cantora admite que o rei do baião está indubtavelmente presente em tudo que esteja relacionado a acordeom, Nordeste, xote e bailão. ‘A linguagem, porém, é contemporânea, a, sem se voltar para aquilo que Lua tanto tinha em seu trabalho: muito cabloco, sertanejo, retirante, fome, seca’, compara. ‘Os novos compositores falam do amor em suas variantes, que são inúmeras, tudo devidamente traduzido em melodias muito bonitas’.
(…) a ideia dela era fazer um trabalho que saudasse a nação nordestina no que ela tem de mais original e essencial, que são os ritmos.

Leia a crítica da jornalista Michelle de Assumpção, do Diário de Pernambuco.
“Dessa forma foi escolhido o repertório de um CD bem São João, com a cara de Elba, da capa aos embalos: xotes e baiões, alguns mais lentos e românticos. Cantorias de um sertão pop inventado”.
E, a seguir, crítica assinada pelo jornalista José Teles no Jornal do Commercio de Recife.
“Balaio de Amor é, antes de tudo, o disco de uma mulher apaixonada. A parceria com Cezinha (os dois assinam a produção do disco) está refletida em todo o trabalho, da capa ao repertório, essencialmente de xotes românticos. Neste caso, o xote com letras de amor não se torna redundante ou repetitivo, como acontece na maioria dos que fazem o pé-de-serra atualmente. Não se torna porque é um disco conceitual. A intenção era reunir canções de amor para celebrar o momento.
Sem esquecer que o tratamento que Elba Ramalho dá ao que canta revaloriza as composições”.
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