Elba Ramalho

Paisagem

1995 - Polygram

Entre as músicas deste disco estão a gravação de “Paisagem na Janela”, de Lô Borges e Fernando Brant, “Tudo passa”, de Cecéu, além de “Que baque é esse?”, de Lenine.

Proibir pra Que

(Autor a ser Publicado)

(Nome da gravadora)

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Em Breve teremos a letra dessa música

Paisagem da Janela

(Lô Borges e Fernando Brant)

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Da janela lateral do quarto de dormir
Vejo uma igreja, um sinal de glória
Vejo um muro branco e um vôo pássaro
Vejo uma grade, um velho sinal
Mensageiro natural de coisas naturais
Quando eu falava dessas cores mórbidas
Quando eu falava desses homens sórdidos
Quando eu falava desse temporal
Você não escutou
Você não quer acreditar
Mas isso é tão normal
Você não quer acreditar
E eu apenas era
Cavaleiro marginal lavado em ribeirão
Cavaleiro negro que viveu mistérios
Cavaleiro e senhor de casa e árvores
Sem querer descanso nem dominical
Cavaleiro marginal banhado em ribeirão
Conheci as torres e os cemitérios
Conheci os homens e os seus velórios
Quando olhava da janela lateral
Do quarto de dormir
Você não quer acreditar
Mas isso tão normal
Você não quer acreditar
Mas isso tão normal
Um cavaleiro marginal
Banhado em ribeirão
Você não quer acreditar

Caranguejo Dance

(Autor a ser Publicado)

(Nome da gravadora)

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Em Breve teremos a letra dessa música

O Bom da Vida

(Autor a ser Publicado)

(Nome da gravadora)

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Em Breve teremos a letra dessa música

Eu Quero é Botar meu Bloco na Rua

(Sérgio Sampaio)

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Há quem diga que eu dormi de touca
Que eu perdi a boca, que eu fugi da briga
Que eu caí do galho e que não vi saída
Que eu morri de medo quando o pau quebrou

Há quem diga que eu não sei de nada
Que eu não sou de nada e não peço desculpas
Que eu não tenho culpa, mas que eu dei bobeira
E que Durango Kid quase me pegou

Eu quero é botar meu bloco na rua
Brincar, botar pra gemer
Eu quero é botar meu bloco na rua
Gingar pra dar e vender

Eu quero é botar meu bloco na rua
Brincar, botar pra gemer
Eu quero é botar meu bloco na rua
Gingar pra dar e vender

Eu, por mim, queria isso e aquilo
Um quilo mais daquilo, um grilo menos nisso
É disso que eu preciso ou não é nada disso
Eu quero todo mundo nesse carnaval…
Eu quero é botar meu bloco na rua

Brincar, botar pra gemer
Eu quero é botar meu bloco na rua
Gingar pra dar e vender

Eu quero é botar meu bloco na rua
Brincar, botar pra gemer
Eu quero é botar meu bloco na rua
Gingar pra dar e vender

Há quem diga que eu dormi de touca
Que eu perdi a boca, que eu fugi da briga
Que eu caí do galho e que não vi saída
Que eu morri de medo quando o pau quebrou

Há quem diga que eu não sei de nada
Que eu não sou de nada e não peço desculpas
Que eu não tenho culpa, mas que eu dei bobeira
E que Durango Kid quase me pegou

Eu quero é botar meu bloco na rua
Brincar, botar pra gemer
Eu quero é botar meu bloco na rua
Gingar pra dar e vender

Eu quero é botar meu bloco na rua
Brincar, botar pra gemer
Eu quero é botar meu bloco na rua
Gingar pra dar e vender

Nascido em 22 de Abril

(Altay Veloso)

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Que homem é esse que tem sete vidas, que gato, que tentação
Que os gladiadores invejam o folego e a força do seu pulmão
Que mulato é esse de lábios carnudos, com os olhos de cor anil
Que homem é esse nascido em 22 de abril
Eu amo esse homem porque sei que é lider em virtudes
Que outros não tem
Sei que precisa de muito amor e carinho pra se dar bem
Que pena que alguns de seus filhos descambam na vida e seu nome traem…
Que pena que alguns desses filhos não puxaram ao pai
Bate tambor que nem angola sua sabor de coca-cola
Frequenta a sala da escola de samba
Devoto de aparecida, trabalhador, gosta da lida
O seu defeito é que ele nunca se zanga
Que homem é esse que é tão bem dotado de raça e pedegree
Que mulheres muito invejosas fazem de tudo para tira-lo de mim
Mas sei que ele é forte e resiste assim como tem resistido a dor,
Se tiver certeza da força do meu amor
…bate tambor.

Incenciá, incendiê

(Autor a ser Publicado)

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Em Breve teremos a letra dessa música

Água Fria

(Emiliano Zuleta)

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Cê se lembra moreninha
Aquele dia
Que caimos na folia?
Que saimos atrás da banda
Sonhando levar a vida
Girando feito ciranda?
Me arrepio quando penso
Nos amores que já tive
Voce foi a melhor morena
Me fez sentir quanto era livre
Voce me leva aonde eu nunca vou
Aonde hoje tenha baile
Ai morena vê se me leva
Por onde meu sonho anda
Que aventura
Que aventura vou viver
Uma noite dessas
Quando só por vadiagem
Provar o amor de quem dá
Amor por qualquer bobagem
Moreninha nao te engano
Nem digo isso pra ofender
E que eu nasci com essa chama
De sempre querer, querer
Moreninha, moreninha
Se você me quiser
Me quiser
Vem me pegar
Mas se na hora de amar
Cair um balde de água fria
Desculpe nao era o dia
De ter minha companhia

A Massa

(Jorge Portugal – Raimundo Sodré)

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A dor da gente é dor de menino acanhado
Menino-bezerro pisado no curral do mundo a penar
Que salta aos olhos igual a um gemido calado
A sombra do mal-assombrado é a dor de nem poder chorar
Moinho de homens que nem girimuns amassados
Mansos meninos domados, massa de medos iguais
Amassando a massa a mão que amassa a comida
Esculpe, modela e castiga a massa dos homens normais
Quando eu lembro da massa da mandioca mãe, da massa
When I remember of “massa” of manioc
Nunca mais me fizeram aquela presença, mãe
Da massa que planta a mandioca, mãe
A massa que eu falo é a que passa fome, mãe
A massa que planta a mandioca, mãe
Quand je rappele de la masse du manioc, mére
Quando eu lembro da massa da mandioca
Lelé meu amor lelé no cabo da minha enxada não conheço “coroné”
Eu quero mas não quero (camarão). Minha mulher na função (camarão)
Que está livre de um abraço, mas não está de um beliscão
Torna a repetir meu amor: ai, ai, ai!
É que o guarda civil não quer a roupa no quarador
Meu Deus onde vai parar, parar essa massa
Meu Deus onde vai rolar, rolar essa massa

Tudo Passa

(Cecéu – Antônio Barros)

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Pra me dar dor de cabeça
vastas preocupações
por favor meu bem me esqueça
não ligue as emoções
que eu vou fazer o possível
pra ver se também esqueço
viver assim é horrível
a quanto tempo eu padeço

ai que dói dói
mas a dor passa
ai que roí roí
mas para de roer
ai que dói dói
mas eu vou achar graça
pro que tudo passa
eu vou lhe esquecer

Vou cair de cabeça
no maior forró
levantar pó até o amanhecer
eu vou beber nosso amor de graça
por que tudo passa e eu vou lhe esquecer

ai que dói dói
mas a dor passa
ai que roí roí
mas para de roer
ai que dói dói
mas eu vou achar graça
pro que tudo passa
eu vou lhe esquecer

Que Baque é Esse

(Lenine)

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Ô Nega, que baque é esse?
Chegou pra me baquear.
Nega, tu não se avexe,
Meu corpo remexe
Sem se perguntar: Por quê?
Nega que baque é esse?
Ninguém pode me ajudar
Só mesmo com você
Quero ver o baque da vida virar.

O verão chegou,
O Sol já saiu
Pra tirar teu mofo
E o maracatu passou
Já com o bombo batendo fofo.
Só quem vai atrás
É capaz de entender
Toda essa magia
A nega dançando,
E a negada babando na fantasia.

Acaba Quando Começa

(Autor a ser Publicado)

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Em Breve teremos a letra dessa música

Eu Quero é Botar meu Bloco na Rua (Forró/Frevo )

(Sérgio Sampaio)

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Há quem diga que eu dormi de touca
Que eu perdi a boca, que eu fugi da briga
Que eu caí do galho e que não vi saída
Que eu morri de medo quando o pau quebrou

Há quem diga que eu não sei de nada
Que eu não sou de nada e não peço desculpas
Que eu não tenho culpa, mas que eu dei bobeira
E que Durango Kid quase me pegou

Eu quero é botar meu bloco na rua
Brincar, botar pra gemer
Eu quero é botar meu bloco na rua
Gingar pra dar e vender

Eu quero é botar meu bloco na rua
Brincar, botar pra gemer
Eu quero é botar meu bloco na rua
Gingar pra dar e vender

Eu, por mim, queria isso e aquilo
Um quilo mais daquilo, um grilo menos nisso
É disso que eu preciso ou não é nada disso
Eu quero todo mundo nesse carnaval…
Eu quero é botar meu bloco na rua

Brincar, botar pra gemer
Eu quero é botar meu bloco na rua
Gingar pra dar e vender

Eu quero é botar meu bloco na rua
Brincar, botar pra gemer
Eu quero é botar meu bloco na rua
Gingar pra dar e vender

Há quem diga que eu dormi de touca
Que eu perdi a boca, que eu fugi da briga
Que eu caí do galho e que não vi saída
Que eu morri de medo quando o pau quebrou

Há quem diga que eu não sei de nada
Que eu não sou de nada e não peço desculpas
Que eu não tenho culpa, mas que eu dei bobeira
E que Durango Kid quase me pegou

Eu quero é botar meu bloco na rua
Brincar, botar pra gemer
Eu quero é botar meu bloco na rua
Gingar pra dar e vender

Eu quero é botar meu bloco na rua
Brincar, botar pra gemer
Eu quero é botar meu bloco na rua
Gingar pra dar e vender

Contradições

(Autor a ser Publicado)

(Nome da gravadora)

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